Águas de Lindóia, Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
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CURIOSIDADES

O Escultor Galileo Ugo Emendabili nasceu em Ancona, na Itália, em 1898.

Formado em escultura na Academia de Urbino, veio para o Brasil em 1923 e logo começou a trabalhar no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo como entalhador.

Em São Paulo, trabalho em obras grandiosas, que uniam escultura e arquitetura em monumentos e mausoléus, como o de Ramos de Azevedo e do Soldado Constitucionalista.

Realizou muitos projetos esculturais, dentre eles o que legou à Águas de Lindóia em 1971: uma série de painéis temáticos, alusivos à Índia dominadora, pouso dos tropeiros, saga dos imigrantes italianos e tópicos religiosos.

Escultor Galileo Ugo Emendabili

Madame Curie, como passou a ser conhecida mundialmente, veio ao Brasil acompanhada da filha mais velha, Irène, a convite do Instituto Franco-Brasileiro de Alta Cultura, mantido pela embaixada francesa no Rio de Janeiro. Sua estada entre nós durou 45 dias: em 15 de julho de 1926, mãe e filha desembarcaram do navio Pincio, no porto do Rio de Janeiro, e em 28 de agosto do mesmo ano voltaram à França a bordo do navio Lutetia.

Madame Curie

A convite do governo do Estado de São Paulo, a cientista fez a viagem do Rio a São Paulo em trem noturno, em um carro especialmente reservado para si e sua comitiva.

Alguns compromissos na capital paulista foram: palestra sobre radiologia na Faculdade de Medicina, em Pinheiros; visita ao Instituto Butantã e à Estação Biológica do Alto da Serra, a convite de seu diretor, o botânico Frederico Carlos Hoehne; e contatos com as autoridades do governo paulista, naturalmente.

Além desses compromissos oficiais, a própria Madame Curie decidiu atender convite do médico Dr. Francisco Tozzi para conhecer as fontes de águas radioativas existentes em suas Termas de Lindoya (hoje Município de Águas de Lindoia), constituídas de três hotéis (Senado, Câmara e Catete), bem como do Grande Hotel Glória, em construção. Portanto, na manhã do dia 14 de agosto de 1926 partiu da Estação da Luz em viagem de trem até Mogi Mirim e ia acompanhada da filha Irène e de uma comitiva de cientistas brasileiros. O Dr. Tozzi enviou o seu filho Fernando, que falava bem o francês, ao encontro da cientista polonesa em Mogi Mirim. De Mogi Mirim todos seguiram de carro até Termas de Lindoya, passando por Itapira.

Ao chegar, o grupo seguiu direto para o Grande Hotel Glória, onde o aguardava Dr. Tozzi. Depois de assinarem o livro de registro de visitas do Grande Hotel Glória, consta que Madame Curie e sua filha, sempre acompanhadas por químicos de São Paulo, conheceram os hotéis, os pavilhões de banho, os locais de engarrafamento das águas, as fontes Santa Filomena e São Roque e os salões de emanações. Nesses últimos, ela demorou-se algum tempo apreciando a ebulição das águas, dizendo que as Termas estavam talhadas a um grande futuro, felicitando o Dr. Tozzi, pois, de acordo com as observações ligeiras que fizera, “aquelas águas eram fortemente radioativas”. Consta ainda que o Dr. Tozzi deu o nome de Madame Curie a uma das salas de emanações.

Com a desapropriação das termas para o Governo paulista, a sala das emanações foi desativada e hoje o público não tem acesso a ela. Atualmente a piscina fica dentro de uma sala totalmente vedada, com acesso exclusivamente por uma pequena janela dentro do Balneário Municipal. Pode-se ver ainda o fundo de rochas, e todo o ambiente é aquecido. A água, cristalina, com temperatura de 30°C, brota de uma fenda com um quilômetro de profundidade. Este foi o lugar mais importante visto por Marie Curie em Termas de Lindoya.

Fonte: http://www.polonicus.com.br/pt/index.htm

Lívio Abramo nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo, em 1903.

Lívio Abramo

A gravura era sua paixão e aparece como referência quase exclusiva sempre que se aborda o legado artístico que deixou. Daí porque se torna ainda mais importante conhecer essa faceta escondida durante tanto tempo a produção de mosaicos reabilitada agora por iniciativa da Fundação Maria Luísa e Oscar Americano, de São Paulo, que decidiu celebrar o transcurso de cem anos de seu nascimento com uma mostra focada naquilo que o artista realizou como arte para arquitetura.

Os mosaicos de Lívio Abramo são da primeira metade da década de 50, uma espécie de época de ouro da arte musiva brasileira, pela atração que exerceu, neste período, sobre boa parte dos modernistas, a partir de seus expoentes principais, como Portinari - que tem duas obras bem conhecidas e identificadas em São Paulo, ambas em vidrotil e Di Cavalcanti, autor, em 1951, de um monumento ao centenário da cidade de Juiz de Fora, também executado com a mesma pastilha vítrea, e quase uma dezena em locais públicos e em interiores de residências na cidade de S. Paulo.

Mas de Lìvio Abramo é importante ainda destacar que ainda mais encantador que os mosaicos com pedras portuguesas realizados para a Casa de Maria Luisa e Oscar Americano, são os painéis em pastilhas vítreas que concebeu e executou nos vistosos espaços do Balneário de Águas de Lindóia.

Fonte: http://mosaicosdobrasil.tripod.com/id22.html Fundação Maria Luisa e Oscar Americano: http://www.fundacaooscaramericano.org.br/fundacao20a.html

Oswaldo Bratke é um dos mais discretos entre os grandes arquitetos modernos brasileiros. Obteve destaque sobretudo pelos seus projetos residenciais - que, através de pesquisas sobre novos tipos de cobertura, esquadria, material e técnica não convencional, se tornam exemplos máximos na área -, o arquiteto consolida também, a partir de uma experiência ímpar no coração da Amazônia, com os projetos das vilas Serra do Navio e Amazonas, de 1955 a 1960 - uma referência na busca de soluções urbanas e construtivas adequadas a uma situação específica.

Oswaldo Bratke

Ainda estudante, vence o concurso para a realização do Viaduto Boa Vista, 1930, inaugurado em 1932, projeto que guarda a influência do art déco. A sociedade com Carlos Botti lhe rende quase 500 projetos de casas nos bairros-jardim de São Paulo. Essa experiência, se não chega a lhe proporcionar o desenvolvimento de uma linguagem moderna, lhe fornece uma experiência fundamental no campo da construção.

Com o envolvimento em projetos urbanísticos em cidades paulistas como Campos do Jordão e São Vicente, mais especificamente a Ilha Porchat, Bratke começa a despertar seu trabalho para a linguagem moderna ainda nos anos 1940. Após a morte de seu sócio, deixa de lado o acompanhamento da obra e se dedica aos projetos. Desenha alguns edifícios que prenunciam o vocabulário moderno que incorpora e reelabora com maestria a partir dos anos 1950, sobretudo depois de sua visita aos Estados Unidos, em 1948. São exemplos os prédios de apartamentos na rua General Jardim, e na rua Avanhandava, ambos de 1943, e o Edifício ABC, de 1950, além de sua casa-ateliê, também na rua Avanhandava. A cobertura é executada com telhas de papelão revestidas com asfalto e uma película de cobre, permitindo um caimento pequeno que anuncia as coberturas planas posteriores. Em 1956, projeta o Edifício Renata Sampaio Ferreira: um embasamento para comércio e serviços, e um volume vertical para escritórios, solução difundida desde então, com fachadas revestidas de elementos vazados que garantem a proteção às esquadrias. Em 1975, o Renata Sampaio, o ABC e o Jaçatuba são selecionados como "bens arquitetônicos com interesse de preservação" pelo município.

Mas é no programa residencial que Bratke se destaca. Ao lado do colega engenheiro Oscar Americano, inicia a urbanização do bairro do Morumbi, onde constrói a própria residência, em 1951, marco em sua trajetória profissional, menção especial na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Uma estrutura simples e modulada de pilares esbeltos coberta por uma laje plana (a primeira utilizada pelo arquiteto) constitui um volume prismático articulado por cheios e vazios que se alternam nas fachadas através de fechamentos, elementos vazados e varandas. A planta admite reordenações, já que as paredes internas são resolvidas com armários e fechamentos leves. "Ponto de inflexão na [sua] trajetória [...], assinala[va] a consolidação da sua arquitetura segundo uma peculiar visão de modernidade".1 Em seguida, projeta a residência Oscar Americano, 1954 (hoje Fundação Maria Luiza e Oscar Americano), adotando o mesmo partido, porém em proporções maiores: dois níveis sobrepostos a partir da topografia do terreno, no mesmo jogo entre cheios e vazios que garantem a leveza do conjunto e a integração com a paisagem. Outro exemplo é a casa na avenida Morumbi, de 1953 a1954, que propõe um pátio delimitado por um sistema de pilares e vigas de madeira em continuidade às áreas fechadas, desenhando a silhueta da construção.

Constrói inúmeras outras residências em São Paulo e no litoral, como a ResidênciaCiccillo Matarazzo, realizada entre 1959 a 1960, em Ubatuba, São Paulo. Entretanto, não se prende a soluções consagradas, buscando adequar a forma e os materiais a situações específicas, como em Ubatuba, quando resgata o telhado de duas águas, sempre obedecendo aos princípios de simplicidade que norteiam seu trabalho.

Mesmo projetando outros programas, como o Hospital Infantil do Morumbi, de 1951 a1956, as Termas de Lindoia, de 1952 a 1959, ou as Estações da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, em 1960, é a experiência urbanística no Amazonas que, ao lado das residências, marca sua obra na história da arquitetura brasileira.

Fonte: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=8717&cd_item=2&cd_idioma=28555

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